O défice comercial diminuiu 19,2%, situando-se a taxa de cobertura das importações pelas exportações em 62,4%, praticamente inalterada face ao mesmo período de 2008 (62,5%).
Por grupos de produtos, as Máquinas e Aparelhos constituíram a principal exportação com uma quota de 16,2% das vendas totais de bens ao exterior, seguindo-se os Veículos e outro Material de Transporte (11,9%), Metais Comuns (7,9%), Vestuário (6,8%), Plásticos e Borracha (6,3%), Alimentares (5,9%), Minerais e Minérios (5,7%) e Agrícolas (5,2%).
Geograficamente, tanto as exportações Intracomunitárias como as Extracomunitárias apresentaram variações homólogas negativas no período em análise, respectivamente de -18,7% e -22,1%, com a União Europeia a representar 74,9% das nossas exportações totais (74,1% no período homólogo de 2008), e a contribuir com -13,9 pontos percentuais para o crescimento global de -19,6%. Os Países Terceiros diminuíram a sua participação nas exportações em 0,8 p.p. (de 25,9% em 2008 para 25,1% do total em 2009), registando uma contribuição de -5,7 p.p. para o crescimento total).
Especificamente, por mercados clientes, Espanha foi o principal destino das nossas exportações de bens com uma quota de 26,6% (27,3% em 2008), seguindo-se a Alemanha (13,3%), França (12,3%), Angola (7,3%) (5,7% em 2008) e Reino Unido (5,6%).
Para o ano completo de 2009, de acordo com a estimativa rápida de dados agregados do INE, as exportações portuguesas globais de bens terão registado, em valor acumulado no período Janeiro/Dezembro, uma taxa de variação homóloga de -18,2%, com as vendas intracomunitárias e extracomunitárias a crescerem -17,1% e -21,3%, respectivamente.
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